Medidor VU para Linux com balística medida, não imitada. 99% da deflexão em 300 ms, overshoot de 1%, e uma senoide no nível de referência que para exatamente em 0,000 VU. VST3, CLAP e LV2.
Simulação ao vivo rodando a mesma equação de segunda ordem do plugin. Mexer no RESPONSE muda a inércia da agulha na hora.
O movimento é um sistema de segunda ordem de verdade, com retificação de média, igual ao instrumento eletromecânico: zeta 0,826 e omega zero 14 rad/s. Não é um seguidor de RMS com suavização por cima.
| Grandeza | Norma VU | ROSS VU |
|---|---|---|
| Tempo para 99% da deflexão | 300 ms | 299 a 302 ms |
| Overshoot | 1% a 1,5% | 0,86% a 1,00% |
| Senoide no nível de referência | 0,00 VU | 0,000 VU |
| Tom 6 dB abaixo da referência | -6,00 VU | -6,012 VU |
| RESPONSE lento / meio / rápido | 600 / 300 / 100 ms | 604 / 302 / 101 ms |
Os testes não usam cópia do código. Eles extraem as estruturas Movement e TruePeak do próprio fonte que compila o plugin, e medem. Se alguém mexer nas constantes, o número na tabela muda.
$ ./rodar.sh estruturas extraidas do plugin 48k CAL-18 meio -> repouso -0.012 VU | 99% em 302 ms | overshoot 0.86% 44.1k CAL-18 meio -> repouso -0.000 VU | 99% em 299 ms | overshoot 1.00% 96k CAL-18 meio -> repouso -0.003 VU | 99% em 300 ms | overshoot 0.96%
O LED e a leitura são dBTP, por sobreamostragem 4x polifásica, 12 coeficientes por fase, no espírito da ITU-R BS.1770-4. O caso clássico é uma senoide de fundo de escala em fs/4 com fase de 45 graus: as amostras caem todas em 0,707, então um medidor de pico de amostra jura que sobrou 3 dB de folga. Não sobrou nada.
A lâmpada segue esse mesmo número, e o limiar dela é seu: -12, -9, -6, -3, -1 ou -0,1 dBTP. Uma lâmpada que só acende depois do estouro não avisa nada, ela constata. Esta pisca por 430 ms, curto o bastante para ler como aviso e não como lâmpada travada.
| Medidor | Leitura | Erro |
|---|---|---|
| Pico de amostra | -3,01 dBFS | -3,01 dB |
| ROSS VU | -0,20 dBTP | -0,20 dB |
| Valor real da onda | 0,00 dB | referência |
Num VU de ferro a agulha deflete linearmente com a corrente, e é a escala impressa que sai torta. Por isso o trecho de -20 a -10 é apertado e o de -3 a 0 é largo. Aqui cada traço é posicionado por p = 10^(VU/20) / 10^(3/20), a deflexão real do movimento. Não é uma curva escolhida no olho para parecer vintage.
Por ser de média retificada e não RMS, ele lê material com muito crest factor abaixo do RMS, exatamente como um VU de ferro. Isso é o comportamento correto, não um defeito.
Cinco modos de leitura: L+R, LEFT, RIGHT, SIDE e L | R, esse último com um segundo ponteiro para o canal direito. Seis presets de fábrica:
Baixe, instale nos diretórios do usuário e escaneie na sua DAW. Se preferir compilar, é um comando.
$ tar xf ROSS-VU-1.2-linux-x86_64.tar.gz $ cp -r ROSSVU.vst3 ~/.vst3/ $ cp ROSSVU.clap ~/.clap/ $ cp -r ROSSVU.lv2 ~/.lv2/ # ou, a partir do fonte: ./instalar.sh